Paulo Roberto Falcão

É difícil explicar o efeito que o retorno de Falcão ao Internacional está tendo sobre mim.

Não é por simplesmente um dos meus maiores ídolos, o cara que para mim sempre representou o Internacional, estar de volta ao Beira-Rio. Não é apenas isso.

A bandeira e o seu símbolo
Alexandre Lops/Inter

Não é apenas ter a sensação de que, em 2011, as coisas serão diferentes do que foram em 1993. Lá eu tinha esperanças, sonhos infantis de ver o Internacional grande e vencedor. Hoje, eu já passei por isso, e espero por boas histórias, de superação e emoção.

É saber que estará na casamata alguém do Inter. Alguém que é o Colorado. Falcão confunde-se com a história do clube, com o Beira-Rio que ele ajudou a erguer e tornou o lugar mais vencedor do futebol brasileiro na década de 70. Foi ele, neste mesmo lugar e vestindo a mesma camisa, os mesmos S, C e I entrelaçados, que marcou o gol mais belo de todos os tempos, aos 46 minutos do segundo tempo, de virada, em uma semifinal. Foi ele, no Gigante, que ergueu a taça para o time que nunca perdeu.

É isso. Apenas – e tudo – isso. Falcão é o Inter, e o Internacional precisava se ver representado novamente no comando do time, do grupo, da torcida, do mundo.

A frase marcante de hoje, para mim, não foi nenhuma sobre a ligação de Paulo Roberto Falcão com o Inter. Foi o que ele disse sobre dificuldades. “É difícil (vencer tudo, chegar aos objetivos), mas tudo que é difícil é mais gostoso.”

Boa sorte, Divino.

Chico Luz

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